XVI Congresso de
Pneumologia e Tisiologia do
Estado do Rio de Janeiro


28 a 30 de setembro de 2017
Centro de Convenções SulAmérica
Rio de Janeiro| RJ

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Já Fez a Prova de Função?


“Nasci” na pneumologia ouvindo esse questionamento. Foram muitos do Rio, de vários centros científicos e assistênciais, que introduziram o conhecimento no Brasil dos testes de função pulmonar: Zilah Porciúncula Coutinho, José Manoel Jansen, Alfred Lemle, Ricardo Marques Dias, Gerson Pomp, Roberto Bravo e Luis Felipe Nader. Todos contribuíram com importantes trabalhos, apresentações acadêmicas densas e agudos questionamentos. Parte da formação de alguns foi lapidada no exterior. Conhecimento da fisiologia respiratória, de matemática aplicada e habilidade como técnicos de função pulmonar eram pré-requisitos básicos necessários. Na década de 70, o Rio já realizava a pletismografia de corpo inteiro, o washout de nitrogênio, a difusão ao monóxido de carbono e o teste de hiperóxia. Realmente, um grupo de brilhantes. Novas gerações estão surgindo com o difícil fardo de manterem esse nível. É um desafio importante. Talvez, a divulgação dos testes de função pulmonar também deve ser priorizada.


Nos Congressos Internacionais e em muitos trabalhos científicos há discussões sobre a importância da espirometria. Os testes de função pulmonar são métodos fundamentais para os profissionais da área de saúde. São instrumentos úteis para as atividades assistenciais em todo modelo de hierarquização de atendimento da saúde: da primária, secundária, terciária e quaternária. Alguns métodos de função pulmonar são considerados complexos com dezenas de indicadores úteis. Mas falta o básico na rede de ambulatórios, consultórios, postos de saúde, emergências e hospitais, que é o espirômetro. Muitos pacientes são diagnosticados com doenças pulmonares, cardíacas, neurológicas e endocrinológicas sem terem realizado um único exame funcional respiratório. Muitos pacientes são submetidos a cirurgias do tórax e do andar superior do abdômen sem a espirometria. Muitos tabagistas NUNCA realizaram um único exame de função pulmonar. Não é efetivamente pelo custo dos equipamentos, pois a relação custo-benefício é alta e alguns equipamentos podem durar décadas com manutenção preventiva. Na atualidade, há um modelo de assistência à saúde parcial e superficial.


Nos dias 27 a 30 de setembro, no Sul América, no período da manhã e tarde, discussões acontecerão no Congresso Pneumo in Rio, e os testes de função pulmonar serão discutidos intensamente, particularmente no curso Pré-Congresso.
Convido a todos para conhecerem a nova geração de Fisiopatologistas no Pneumo in Rio 2017. Eles são muito bons!



Um abraço,


Rogério Rufino
Presidente do Congresso


22

setembro

2017

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